terça-feira, 25 de agosto de 2009

E é assim.
Palavras, palavras e mais palavras. Folhas e folhas escritas, poucas por escrever.
Mas o que é para dizer, ainda está no segredo das palavras, no silencio do ponto final.

Vozes mudas, olhares cegos, sons surdos*

E caminho, passo a passo, sem saber para onde vou. Tremo, volto atrás, e volto à frente, perco-me nos meus passos.

No silêncio da noite dizem-me : " Vem por aqui!"


Mas eu, "Não vou por aí! Só vou por onde me levam os meus próprios passos...Não sei para onde vou. Sei que não vou por aí!" .